Durante o primeiro turno o candidato à reeleição não participou de nenhum debate. Disse que seria alvo de ataques de todos os lados e que isso prejudicaria a "instituição da presidência", entretanto que, no segundo turno, como seria apenas um adversário, não se furtaria de participar de TODOS os debates.
Pois bem. Mais uma vez Lula mentiu ao povo brasileiro. Assim como mentiu ao prometer acabar com fome, assim com mentiu ao prometer criar 10 milhões de empregos, assim como mente ao dizer que não sabe de nada, assim como mente ao falar que Alckmin privatizará tudo, assim como mente ao garantir que o tucano porá fim à Zona Franca de Manaus.
A figura do fugitivo, que parecia ter ficado esquecida no primeiro turno, ressurge como que das cinzas. A Rede Gazeta promoverá no próximo dia 17 um debate entre os dois presidenciáveis, contudo Lula não irá. Novamente o petista prefere fugir a dar explicações ao povo. Ele sabe que não aguentará muitos debates com Geraldo e procurará fazer o menor número possível, mesmo que isso signifique voltar a mentir para o povo brasileiro.
A atitude do presidente pode ser resumida em uma única palavra: VERGONHOSA!
Pois bem. Mais uma vez Lula mentiu ao povo brasileiro. Assim como mentiu ao prometer acabar com fome, assim com mentiu ao prometer criar 10 milhões de empregos, assim como mente ao dizer que não sabe de nada, assim como mente ao falar que Alckmin privatizará tudo, assim como mente ao garantir que o tucano porá fim à Zona Franca de Manaus.
A figura do fugitivo, que parecia ter ficado esquecida no primeiro turno, ressurge como que das cinzas. A Rede Gazeta promoverá no próximo dia 17 um debate entre os dois presidenciáveis, contudo Lula não irá. Novamente o petista prefere fugir a dar explicações ao povo. Ele sabe que não aguentará muitos debates com Geraldo e procurará fazer o menor número possível, mesmo que isso signifique voltar a mentir para o povo brasileiro.
A atitude do presidente pode ser resumida em uma única palavra: VERGONHOSA!


6 Comentários:
Gabriel,
Você é jovem, ainda tem tempo de pensar melhor.
Não precisa defender ou votar num operário se isto é demais prá você.
Mas procure conhecer melhor quem você defende tão aguerridamente. A não ser que seja seu pai, né... Vc é filho do ALkmim?
Mesmo assim, dê uma olhada em
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=356
E vê se não me censura, hein? Senão prova que seu papo é furado...
Oi, Gabriel
Ou você está dormindo até mais tarde ou censurou minha mensagem...
Estou esperando prá ver se você fala sério mesmo...
Bom dia Gabriel..
Estou escrevendo do Canada, onde realizo uma pesquisa de pos-doutorado. Sou professor de ética na UFPB e estou fazendo circular na net este artigo que escrevi sobre a imoralidade no 'governo' Lula. Caso ache conveninente, pode passa-lo adiante. Obrigado e parabéns pelo texto. Marconi.
Crítica da Razão Corrupta
Marconi Pequeno*
O Brasil transformou-se no reino da razão corrupta. O ministro da cultura traduziu bem o espírito do tempo: ?a corrupção é inerente à humanidade?. A natureza corrompe a cultura e delineia a face da cultura da corrupção. A delinqüência desse raciocínio demonstra bem como o guardião institucional da nossa cultura foi capaz de definir a cultura do nosso tempo. A moral é apenas uma realidade difusa a ser suplantada pelo ideal redentor de assistir os miseráveis e alimentar os famintos. Quem troca moral por comida um dia ficará sem ambas. Quem justifica o injustificável, é também algoz de si mesmo. O semblante macabro da impostura ganha as feições serenas da normalidade. Se todos são iguais, ninguém é culpado e se ninguém é culpado tudo se torna permitido. O Brasil inventou uma nova categoria axiológica: a imoralidade nivela, logo a imoralidade salva. E quando o descaramento torna-se o motor da impostura, a sombra da barbárie se abate sobre todo projeto de nação. ?O sono da razão produz monstros?, dizia o pintor espanhol Francisco Goya. Hoje, podemos dizer: o uso delinqüente da mesma gera um mundo de mentiras e enganação. Sob o eclipse da máxima ?nem todo roubo deve ser castigado?, de súbido nos apercebemos enredados em nossas próprias prestidigitações para explicar o inexplicável. Na encruzilhada de todo labirinto, somos vítimas até o instante em que nos tornamos cúmplices. Sendo cúmplices, o veredicto é implacável: ?somos todos iguais nessa noite?. Eis a boa receita para chegarmos mais rapidamente aos subterrâneos da desgraça moral. O monstro da imoralidade se nutre da maquiavélica engrenagem ideológica levada a efeito pelos esquerdopatas de plantão: a corrupção é um detalhe ou, quiçá, um meio estratégico para se chegar aos fins redentores. A pretensa vanguarda política se transmutou na tropa de choque do atraso moral. Os antigos guardiãos da ética agora perfilam suas dantescas obras na galeria subterrânea da vergonha nacional. Vergonha esta que não mais enrubesce quem fazia do vermelho a sua bandeira de luta e dignidade. Chegamos a uma época em que não se tem mais vergonha de não ter vergonha. Triste época de tristes homens. A desfaçatez é assumida como ofício, enquanto o cinismo tornou-se profissão. Não vivemos numa República de anjos, nós bem sabemos. A política reflete o que tem sido a sociedade, servindo-lhe, ao mesmo tempo, de esteio, de base de sustentação. Imposturas podem ser encontradas de lado a lado, em cima e embaixo, em todos os recantos e extratos sociais. O que se afigura trágico, para não dizer ignóbil, é a desfaçatez com que o maior tem sido igualado ao menor, o mal nivelado com o menos mal. E quanto a isso sabemos: nada é mais desigual do que tratar de forma igual coisas desiguais. A anatomia dos valores tem sido redesenhada por interesses mesquinhos camuflados sob o manto da enganação coletiva. Para quem espera o Messias, eis a boa nova: todos os salvadores acabam nos levando para o reino macabro da danação. Um governo marcado por escândalos de corrupção não é de esquerda ou de direita, ele é, antes de tudo, errado, nocivo, danoso. A moral é a regra com a qual julgamos o poder. O poder da moral deve se sobrepor a não importa qual poder, sobretudo àquele que lhe falta moral. Quando a preguiça intelectual e a má-fé ideológica embalam nosso sono dogmático, o que nos sobra é aquilo que nos cabe: o papel de usurpadores de nossas próprias consciências. Por indolência, indiferença ou decisão voluntária, nunca tantos homens de bem se tornaram tão miseravelmente cativos do mal. Sob a marca da criminosa desfaçatez, o governo Lula continuará chutando os olhos da verdade e alisando o rosto da mentira. A ele tudo será factível, posto que, para quem o apóia, tudo é admissível. Não reconheço mais meus princípios na conduta desse homem que ajudei a eleger. Um homem que nada sabe, liderando um povo que tudo aceita. Hoje, pelo menos metade da nação se lhe opõe. Ainda é pouco. O muito de indignação ainda se afigura insuficiente para combater o veneno que contamina o tecido social e a sanidade das Instituições. Sua letalidade caminha sorrateira, difusa, intransparente, como um espectro a diluir e a transformar nossa racionalidade numa massa amorfa e pastosa, cujo produto final será formado de incivilidade e criminalidade consentidas. A tolerância diante de tanta promiscuidade é o retrato mais acabado da promiscuidade da tolerância. Se não nos preocupamos com a moral, um dia pagaremos o preço desse desapego. Alguns dizem que o país melhorou, acrescentando que ?somente não vê quem não quer?. Outros, para meu espanto, afirmam que política nada tem a ver com ética, tentando ilustrar, em linguagem tosca e aloprada, a própria imagem da coprofilia que anima a impostura de militantes, artistas e simpatizantes da imoralidade. Além da vulgaridade que nutre esse tipo de banditismo intelectual, a consciência culpada corrompe de insanidade os que ainda poderiam salvar suas almas maculadas por esse pacto sinistro com o mal: o reconhecimento de um erro. Mas não..A opção preferencial pela cegueira é só mais um nome que se pode atribuir à safadeza dos meios e aos interesses nefastos dos fins. O ?pobrismo?, tanto material quanto espiritual, inaugurado pela era Lula torna-se moeda corrente de uma cultura que desculpa a delinqüência em razão da falsa condição humilde de quem a pratica e da esmola assistencialista utilizada como catalisador eleitoral. O Brasil melhorou? Sim, melhorou para os que acham que devemos prosseguir no caminho da anomia cívica e da selvageria do roubo admitido. O fato é que o Brasil, a rigor, não melhorou nem piorou. O Brasil, ou pelo menos uma idéia possível de Brasil, simplesmente acabou.
(*) Professor de Ética no Departamento de Filosofia da Universidade Federal da Paraíba e atualmente realizando uma pesquisa de pós-doutorado no Centro de Pesquisa em Ética da Universidade de Montreal, Canadá. (marconipequeno@hotmail.com; marconi.pequeno@umontreal.ca)
Operário???
Tenha paciência, um cidadão que há mais de 20 anos fundou o que era pra ser um partido, e desde então nunca mais trabalho, não pode ser chamado de trabalhador.
Concorco com vc... por que Lula não vai participar de todos os debates... esta fugindo novamente!!! É uma vergonha termos um presidente tão despreparado!
Infelizmente temos de conviver com um presidente despreparado e sem noções de ética política. Mas, temos a oportunidade de mudar essa história de corrupção, estagnação da economia e do desenvolvimento, bem como descaso com a saúde, malha viária e educação, que coloca as pessoas. E só votar em Geraldo Alckmin, que fez muito por São Paulo e fará, com toda a certeza, para o nosso Brasil. Vote certo! Vote 45!
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